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R$ 177,00
por garrafa de água
 

Garrafa Jeremiah Lamentando a queda de Jerusalém, Rembrand

por
Quantidade:
700ml
Preto Fosco

Sobre Garrafas de Água

Feito por

Tamanho: Garrafa de Água (700ml)

Beba mais água. Sua pele, cabelo, corpo e mente agradecerão. E agora, beba em uma garrafa de água totalmente personalizável e seu senso de estilo também agradecerá. Se hidratar nunca foi tão bom!

  • Garrafa de 710 ml
  • Feita de aço inoxidável 18/8
  • Altura: 27,4 cm; Peso: 283 g
  • Tampa rosqueada incluída
  • Leve e durável; à prova de rachaduras e vazamentos
  • Lavar apenas à mão; não recomendada para lava-louças
  • Não deixa gosto de plástico nas bebidas
  • Segura para o frigorífico, mas não para o congelador
  • Não encha demais e tenha cuidado com líquidos quentes
  • Mantenha fora do alcance das crianças quando contiver líquidos quentes

Sobre Esse Design

Garrafa Jeremiah Lamentando a queda de Jerusalém, Rembrand

Garrafa Jeremiah Lamentando a queda de Jerusalém, Rembrand

A notícia chegou como um prendedor de desgraça, um sussurro sobre o vento amarrado com a fumaça ácida e a picada metálica do sangue. Ele veio através de um mensageiro, um homem agitado com olhos selvagens e uma voz rouca do exercício. Ele tropeçou no refúgio isolado de Jeremiah, desmoronando aos pés do profeta, sua mensagem uma torrente de palavras sufocadas com sobras. - Ele não estava lá, entre a poeira e o caos de Jerusalém, mas os refugiados que entravam em seu refúgio isolado pintaram uma cena de pesadelo. Rostos cansados, gravados com terror, contaram os horrores que testemunharam. A cidade, outrora vibrante, foi reduzida a uma casca esmagadora, o templo monta uma pira atingindo um céu vermelho-sangue. — Eles falavam do incansável cerco de Nebuchadnezzar, os carros batendo nas paredes, os arqueiros babilônicos chovendo de longe a morte. A derrota final foi uma maré de aço e fúria, descrita em tons esmagados que se transformaram em tremores enquanto falavam de famílias rasgadas. — Uma mulher, sua voz crua de desespero, falou de soldados babilônicos invadindo sua casa. O marido dela, um coppersmith, foi arrastado, seus apelos por compaixão sem resposta. Seus filhos adolescentes, seus olhos cheios de terror, foram cortados diante de seus próprios olhos, seu sangue manchando o chão outrora pristino. Ela falou, voz caindo para um sussurro horrorizado, de soldados usando as crianças como escudos humanos contra defensores desesperados. — Outro homem, sua mão embrulhada num pano sangrento, falou em testemunhar um soldado agarrar um menino, não mais de cinco anos, e atirá-lo das paredes da cidade. O ladrão doente do corpo da criança batendo nas pedras abaixo ecoou em sua voz. Histórias de crucificações em massa, de famílias empalidecidas em estacas afiadas como um aviso sombrio, foram contadas com lábios tremendos. - Jeremiah, enfiado no seu pá iluminado, escutado, sua mão instintivamente indo para o seu rosto intacto. Rembrandt capturou perfeitamente esse momento, o profeta uma figura solitária engolida pelo desespero. O manto ricamente colorido que ele vestiu, um forte contraste com a devastação que ele escutou, parecia zombar do sofrimento da cidade. — Por meio de suas relíquias lágrimas, Jeremiah imaginou as ruas engasgadas com fumaça, o brilho da armadura babilônica sob um céu em chamas. Ele ouviu os gritares dos mortos, os apelos desesperados por compaixão sem resposta. O silêncio em sua própria pá se sentiu ensurdecedor em comparação. Ele imaginou o solo sagrado do Monte do Templo, agora um tableau de carnificina, suas pedras sagradas, testamento ensanguentado à brutalidade. - Lesão, um peso familiar assentou sobre ele. Ele os avisou, seus pronunciamentos ecoam em sua mente. No entanto, a sua arrogância os cegou. Agora, a cidade sagrada estava em ruínas, a Arca do Pacto, um símbolo de sua fé, perdida. Lágrimas quentes acolhidas em seus olhos, uma torrente de emoções ameaçando afogá-lo. - Mas mesmo na desolação, restava uma resta de esperança. Os refugiados, embora quebrados, agarraram-se à sua fé. Talvez, Jeremiah pensasse, este exílio, este cadinho de sofrimento, forjaria uma nova pessoas, temperada pelo sofrimento e pronta para reconstrução. Ele seria a sua voz, um farol na escuridão, lembrando-lhes que mesmo das cinzas, Jerusalém poderia erguer-se novamente. - Trabalho de arte é de Rembrandt Harmenszoon Van no Rijn 1606-1669 e está em dominio público.
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Outras Informações

Identificação do Produto (ID): 256621333926848275
Criado em: 08/02/2023 10:54
Avaliação: G